Essa trouxe além de saudades, vários sonhos românticos daquela época.
Lá sonhei com meu primeiro príncipe encantado.
Quem não se lembra desse tempo?
Déinha e Lígia, só na paquera.
Max, só nos mergulhos.
Eu, sonhando.
Sandra, Alex e Axel brincavam.
D. Déa, enlouquecendo com a galera.
E Dr. Conti pagando as contas.
Todos os anos, mudava o prédio, mas o resto era igual.
Tinha até outra família doida como a nossa, mas ainda maior.
Trinta e tantos anos passados e lá estão os predinhos trigêmeos.
No mesmo lugar, mas com algumas mudanças.
Nada como trabalhar correndo todo o estado, só assim posso encontrar preciosidades como essa.
Esse é o melhor lado desse meu trabalho.


3 comentários:
Não tinha avenida, não tinha orelhão, não tinha calçadão... mas tinha Tó... irmão do Luís... ai!!! E tinha eu, desfilando perto da rede de vôlei e escutando os cochichos, mas só um me interessava...
Tinha também os Beldi, os Franciulli, os bailinhos à noite (esqueci o nome do clube, mas a Lígia vai lembrar!), os arrastões e caçadas de rã noturnas, as rodas de violão e cantoria... Pra falar a verdade, eu gostava mais das noites (e do que eu esperava delas) do que resto do dia.
Ah! e como esquecer das caixas lotadas de gibis e fotonovelas (adorava as fotonovelas!), que a Velha Mãe ia juntando para essa ocasião?
Mongaguá...
O clube começava com I, não começava, Lígia?
Itapoã?!
Postar um comentário